A tábula rasa Jonh Locke, pensador inglês de meados do séc. XVII, acreditava que o ser humano nascia como uma folha em branco a partir da qual a absorção passiva da cultura escreveria as linhas de comportamento de cada indivíduo. Nasceríamos essencialmente bons e seríamos, gradualmente, transformados no humano moral capaz de decidir entre o bem e o mal. A corrupção do homem ocorreria então através da educação e da convivência. De acordo com a sua lógica, uma educação ideal seria capaz de gerar indivíduos bons, muito embora aparentemente não tenhamos sido capaz de inventar tal método e erradicar a maldade do planeta até hoje. Muito suspeito isso... A questão de Locke não leva em conta um ponto fundamental que só foi considerado tempos depois: os efeitos de uma ação dependem de uma reação voluntária de quem a sofre. É exatamente neste ponto que percebemos que Locke não considerou as peculiaridades individuais. Um mesmo evento pode ser interpretado de várias maneiras, conform...
assim reescrevemos nossas Histórias