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Mostrando postagens de novembro, 2011

Belo Monte e a "velha história" do Brasil

Desculpem-me antecipadamente pela acidez do tom, mas o tema pede sarcasmo... A maior parte do texto foi escrita no dia 30/11/2011, a propósito do vídeo do Movimento gota d'água lançado semanas antes e atualizado no dia 18/11/2012. Um vídeo, portanto, que está comemorando aniversário. Abordo também a greve dos professores de Minas Gerais em 2011, que em 2012 retornou em âmbito nacional às vésperas das eleições estaduais. Segue o texto: Você já pensou se o voto valesse conforme a escolaridade? Analfabeto não vota.  Até a quarta série vale um voto; primeiro grau completo peso dois; segundo grau completo, três e assim por diante contando um ponto por nível de graduação e/ou diploma...   Provavelmente o Sarney não seria o Fidel esclarecido do Brasil há mais de 30 anos sem que ninguém se desse conta até aqueles garotos entrometidos da PF e seu cachorro Sglobodoo aparecerem. E você viu - ou melhor, NÃO viu - como ELE varreu tudo para debaixo do tapete rapidinho...

Eterno Retorno

Correr atrás do próprio rabo não é de todo ruim.  A corrida sempre acaba quando aquilo que achávamos que era outro se apresenta como "eu mesmo". É preciso dar a cada um tempo para perseguir a si mesmo, pois longos anos seguindo o rabo alheio podem transformar o próprio rabo em algo mais estranho ao eu do que o outro.

DELETITIUS

Deletitius do latim é o mesmo que palimpsesto, antigo blog que tive na Live. Definição: Pergaminho ou, mais raramente, papiro cujo texto original foi apagado para dar lugar a outro texto (CAMPOS : 228). Manuscrito cujo texto original foi apagado, recebendo a seguir uma nova escrita (RUIZ GARCÍA : 385). Diz-se dos manuscritos cujo texto primitivo foi cancelado e que depois recebeu uma nova escrita (RUIZ GARCÍA : 376). Manuscrito escrito sobre escritura primitiva indicando um novo uso do pergaminho com a adoção de novos caracteres; os palimpsestos datam sobretudo do período que compreende o século VII e o XII, quando o pergaminho era extremamente raro (ROUVEYRE, 10 : 154). Durante a Idade Média (especialmente nos séculos VII a X), devido à escassez de pergaminho e ao auge que a cópia de obras havia adquirido, os códices antigos (em especial os dos séculos IV, V e VI) eram apagados e reutilizados em novas cópias de obras. Tais códices recebiam, por isso, o nome d...